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O Pulo do gato

Sugestões e Técnicas

Esta pagina trata de técnicas de construção com idéias simples e de solução caseira.

Quer construir flutuador?

 

Veja a cédula de manobras FAI F3A no final da página.

 

A construção de um aeromodelo deve ser feita sobre uma mesa desempenada e firme. Pode-se utilizar como bancada uma porta interna que pode ser adquirida em qualquer madeireira.

P L A N T A

Objeto de suma importância na construção de qualquer aeromodelo. Deve ser dada uma atenção especial a esta util ferramenta.

Ferramentas

Organizar algumas ferramentas básicas.Alicate, estilete, tesoura,alfinetes, grampos,morsas, lapis,canetas, e um marcador.

Sistema de transferência

Para copiar as peças que estão na planta,para a madeira utilize o seguinte sistema.Coloque a madeira corretamente posicionada por baixo da planta, exatamente sob o desenho a ser copiado.Coloque

um transmissor preto entre a planta e a madeira. Agora risque por cima da planta com uma ponta seca. Isto não deixará marcas na planta e o risco passará satisfatóriamente para a madeira. outra forma é copiar o desenho para uma folha de papel vegetal. Pode ser feito com uma caneta.

Recorte

Ao recortar uma peça seja de balsa ou compensado nunca corte por dentro do risco.Corte por fora para que possa fazer o lixamento com precisão. Do contrário poderá causar danos.

Proteção da Planta

A planta pode e deve ser protegida com muita eficiência, para que as peças coladas na estrutura não se colem sobre o papel que compõe a planta. É muito comum o uso de um protetor plástico entre a estrutura e esta. O protetor pode ser feito com o filme plastico que destacamos do Monokote ou Aeroplast.Ou mesmo do filme

plástico usado na cosinha para embalar alimentos.

Estique bem a planta sobre a bancada e a prenda com durex à mesa.Á seguir coloque o plástico bem esticado sobre a planta prendendo-o com fita adesiva nas bordas.

Agora está pronto para começar a montagem da estrutura sobre os planos de construção.

Réguas

É recomendável o uso de uma régua para alinhar o corte da madeira balsa. MAS ATENÇÃO : o uso de uma régua plástica é perigoso porque a lâmina do estilete tende a subir pela borda do plástico durante o corte. É preferível o uso de uma boa régua metálica para este serviço . Para o corte de peças menores pode-se usar sem problemas uma serra como guia.

Uma serra de corte para metal é boa para muitas aplicações além de ser guia de corte para peças de pequenas dimensões.

Quando coladas quatro metades lado a lado teremos uma excelente ferramenta para abrir entalhes para encaixe de longarinas de 1/4"x1/4".As serrilhas devem ser colocadas em sentidos opostos para evitar acúmulo de balsa.

Aproveitando Serras quebradas

Aquela serra quebrada que está perdida em algum canto da oficina de trabalho em aeromodelos pode se transformar em uma excelente ferramenta para a colocação de dobradiças chatas. Com o auxílio de um esmiril gaste uma ponta em ângulo de mais ou menos 45º e transforme-a em uma pequena faquinha que poderá abrir entalhes através da balsa.

A expessura da serra será suficientemente justa para a passagem da dobradiça.O entalhe deve ser feito diretamente pela marcação central da peça a ser entalhada e com muito cuidado para não rachar a balsa.É comum nesta situação forçar a ferramenta fora do centro da peça.É bom abrir um corte prévio com o estilete para facilitar o trabalho de entalhe.

Equilíbrio da Madeira

Quando selecionar a madeira para a construção das laterais da fuselagem,siga o seguinte procedimento: através do tato escolha madeiras compatíveis em resistência ao envergamento. Selecione com o auxílio de uma balança as lâminas

que tenham pesos parecidos entre si.

Após fazer a seleção dos pares meça as lâminas e marque o centro de cada uma.

Levante-as pelo centro marcado e localize o lado mais pesado.Este será o ponto que ficará voltado para o nariz.

Esta medição de pesos e resistencia da balsa que compõe a fuselagem é de muita importância para o balanceamento final do aeromodelo.

As lâminas que vão compor o grupo de cauda devem sempre ser as mais leves do estoque. Uma característica destas lâminas é a maciez da lâmina e raias.

O uso de lâminas que tem resistência ao curvamento muito diferenciada uma da outra causará sérios problemas de alinhamento na hora vamos fechar a fuselagem na cauda.Sendo que o desvio da linha central aparecerá mesmo após colocar as cavernas e reforços internos. Uma fuselagem construida com estes erros não alinhará jamais.Mesmo que a tenhamos alinhado á força em nossa oficina, o sol forte que o modelo estará exposto no campo se encarregará de desalinhar a fuselagem causando efeitos de novas correções de trimagem.

O mesmo processo se aplica durante

a construção e chapeamento da asa.Aqui a resistência da lâmina a ser medida é quanto ao curvamento paralelo às fibras. Pois estaremos chapeando a curvatura do bordo de ataque. É importante que a parte mais pesada da lâmina, em geral 1/16", esteja colocada voltada para a raiz da asa,nos quatro lados.

Muitas perguntas são feitas sobre esta questão. Como melhorar a aderência entre o termoadesivo e a madeira balsa .Bem é muito chato dar um acabamento esmerado em lixa e caprichar no entelamento com Monokote ou Aeroplast para ter após uma ida ao campo, ou até mesmo no outro dia ,um modelo coberto por micro rugas ou com áreas descoladas completamente.
Aqui em minha empresa tivemos muitos problemas com esta verdadeira maldição. Lembro que um dia telefonei para um fabricante de termoadesivo nacional e perguntei se havia um melhorador de aderência para este serviço. A resposta foi positiva e em poucos dias recebi uma amostra grátis do fabuloso produto. Confesso que à princípio fiquei realmente entusiasmado pelo efeito aderente proporcionado pelo produto .Deixo claro aqui ,que não estou me referindo á um produto especificamente, mas apenas tecendo um comentário construtivo em benefício de nós aeromodelistas .Fiz testes de calor em cada área em que apliquei o produto. Os testes demonstravam eficiência mesmo quando a temperatura chegava a 54ºC na superfície entelada sobre áreas compactas, como nos bordos de ataque e topo de fuselagem. Porém começaram a chegar algumas reclamações de deficiência de aderência. Quando então constatei em meu próprio modelo que o tal produto era eficaz apenas por um determinado tempo. Este se deteriorava em poucas semanas, soltando o plástico termoadesivo completamente .
Procurei uma resposta até mesmo em revistas estrangeiras dedicadas ao assunto. Porém não encontrei nada adequado. Era preciso pensar em uma solução. Testei uma idéia que surgiu quando vi assentar o carpete. Mas a cola Cascola era muito grossa para aplicar eficientemente sobre a balsa e era preciso diluir para que entre outras coisas o peso ficasse menor. Quando entrei em uma ferragem vi na prateleira um produto de nome Reducola. Bem era o diluente da cola Cascola .Era tudo o que precisava. Fiz uma mistura de meio à meio e até dois por um(dois de Cascola e um de Reducola). Pode ser um pouco mais diluída se for do interesse de quem estiver aplicando a cola., porém não mais que três de Reducola e dois de Cascola. Passei sobre as superfícies à serem enteladas.
A) 1 lata de 750 gramas de Cascola
B) ½ lata de Reducola
A aplicação do produto deve ser feito com um pincel de cerdas macias, o qual pode ser reaproveitado inúmeras vezes pois uma vez feito o trabalho você pode limpar o pincel com um pouco de reducola até notar que não tem mais cola neste. Também pode guardar o pincel sem limpeza porque quando o mergulhar em um pouco de reducola ou na própria mistura por alguns segundos o pincel volta a soltar as cerdas.


Recomendo aplicar uma a duas demãos de cola com intervalo de quinze minutos e esperar para entelar até que a cola esteja seca ao toque. Isto acontece em cerca de trinta minutos, e o entelamento pode ser iniciado com certos cuidados.
O termoadesivo deve ser cortado com a silhueta da peça que vamos entelar, tanto na fuselagem quanto na asa e ou profundor e direcional. É preferível que todas as peças estejam com seus plásticos devidamente recortados ,pois isto facilita e dá agilidade no entelamento.
Como esticar o plástico sobre uma superfície que tem uma aplicação como esta? Vou me deter sobre a asa porque o resto se aplica igualmente. Começo por soltar o termoadesivo sobre toda asa sem ailerons. O próximo movimento será esticar em “X” colando as quatro ponta com um ferro quente o mais esticado possível. Depois colo a raiz da asa em toda sua extensão entre o bordo de fuga e o de ataque passando em seguida para o bordo marginal(pontas de asa).Em terceiro passo fixamos com o ferro quente o bordo de fuga virando-o para baixo sem esticar ,para não criar rugas. O quarto passo é puxar e colar o bordo de ataque, esticando para valer. Após fazer isto nos quatro lados será a hora de esticar com um Heat Gun.

Colagem do bordo da raiz da asa para depois passar para a ponta.


CUIDADOS PESSOAIS:

A cola de contato Cascola como qualquer outra desta natureza é altamente toxica bem como o redutor. Você deve seguir a seguinte orientação:
A) Use o produto em um ambiente ventilado e não permita crianças e ou outras pessoas no local até a secagem.
B) Use uma máscara com carvão ativado para respirar enquanto aplica a cola. Esta máscara tem em qualquer ferragem para proteção.
C) Use luvas de borracha do tipo cirúrgica, encontráveis em qualquer farmácia.

Lembre que este produto é eficiente porém é altamente prejudicial à saúde , e só a Ortomedicina é capaz de tratar este tipo de intoxicação.

Os momentos mais importantes em um R/C, é a vida da máquina .São os primeiros trinta ou 50 minutos. Dentro deste período pode a máquina ficar arruinada ou preparar-se para uma vida longa. Os inimigos principais a este período de funcionamento em um motor são falta de lubrificação e aquecimento demais. Falta de lubrificação é causada usando um combustível com muito baixo conteúdo de óleo. Pode aquecer demais é o mesmo resultado de deixar o motor muito acelerado com a agulha muito fechada nas fases iniciais. A maioria dos motores acima do tamanho .40 cu. ins. em sua maioria são dotados de anel.
Estas máquinas não requerem muita aceleração, elas não devem porém,
ser colocadas diretamente em um modelo . Motores de capacidade menor, com buchas devem ser amaciados em bancada. Nenhum deles ultrapassa uma hora e está começando a acelerar porque isso é normal, e você começa a sentir que a máquina se solta logo.
A vibração em uma motor novo irá diminuir e você notará isso .Há uma certa viscosidade e a hélice não vai girar livremente por uma revolução. Esta tendência se reduzirá quando o motor se tornar mais amaciado. Se você está operando o motor em um modelo, ou, para motores pequenos, no banco de teste, o conselho é o mesmo ,mantenha mistura aberta. Aproximadamente 30% de conteúdo de óleo no combustível é o mais recomendável, a máquina lançará muito óleo fora , mas não se deixe tentar em reduzir a porcentagem de lubrificante - é preciso dar para as partes que estão se acomodando uma chance para acomodar-se sem danos.. Também é preferível usar o motor sem o silenciador durante o amaciamento, lembre-se que a máquina deve ser
mantida com o máximo de resfriamento possível ,e um silenciador tem o efeito de reter o calor no motor.
Você pode encher uma lata de biscoito ou receptáculo semelhante, com trapos velhos e pedaços de espuma polystyreno e posicione ao lado da saída. Isto absorverá muito do som produzido.
Posicionando o tanque de combustível em um suporte é tão importante quanto é no modelo assim tendo certeza está montado no mesmo nível do carburador e não muito longe. Os fabricantes podem dizer, abra a agulha um mínimo de quatro ou cinco voltas. Prepare o motor ,colocando o dedo em cima do
entrada e chupando o combustível invertendo a hélice três ou quatro vezes. A maioria dos aeromodelistas usam o dedo indicador. Porém é muito fácil de ser atingido por um contra ,os starts elétricos fazem a vida certamente mais fácil vencendo máquinas relutantes para darem partida. Uma vez está funcionando remove-se o clipe de bateria e reduzimos a agulha um quarto de uma volta e testamos
novamente. Meia dúzia de tanques de combustível de 4 oz deveriam ser suficientes para amaciar o motor. Para parar a máquina ponha seu dedo em cima da entrada de ar e espere o sufocamento, mas cuidado com objetos em mão, para não pôr seu dedo no propulsor acidentalmente. Outra recomendação é a colocação de um arame preso ao controle de abertura do carburador para ter-mos um controle parecido com o rádio.
Muitas vezes eu ouvi um modelista lamentar o fato que a máquina dele tinha
começado perfeitamente quando ele tentou isto em casa ,contudo, no campo, começou a apresentar problemas. Freqüentemente os problemas de ignição são acentuados através de resfriamento do tempo e, a máquina dá alguns problemas diferentes das condições de verão.
Fica distintamente temperamental quando as mudanças de temperatura. Isto pode ser resolvido na maioria das vezes colocando um pouco de combustível na saida dos gases do motor e umas gotas no carburador. Verificando se a conexão com a bateria está sã, e bem carregada bem como se os contatos estão limpos. O uso do start elétrico é quase sempre de grande ajuda para casos teimosos.
Uma vez que o motor está funcionando adequadamente retire os cabos de ignição e acelere e desacelere o motor verificando se atinge a rotação máxima e a mínima respectivamente. Na rotação mínima o motor não terá condições de movimentar o aeromodelo.
Uma vez verificado isto é hora de pegar o avião com o motor funcionando e elevar o nariz á um ângulo de aproximadamente 45º para certificar-se que o motor não mudará a aceleração vindo à ratear. Se isto ocorre pode ser que a agulha precise e algum ajuste fechando-a ou abrindo-a uns dentes(ou cliques).Para que não ocorra problemas sérios de entupimento na agulha use sempre um combustível limpo e filtrado .A colocação de um filtro entre o tanque de combustivel e o motor será muito importante tanto na fase de amaciamento como na fase de voo.Exemplo de filtro.


Uma breve descrição de um tanque de combustível de balão que eu usei na asa Winglet aproximadamente em Janeiro ‘ 98.Foi-me sugerido que eu fosse mais detalhado porque poderia ser de interesse para outros modelistas.
Não é um tanque de pressão, e não posso levar nenhum crédito por inventar isto. Minha primeira experiência com este tanque de combustível não era mais que curiosidade. Este tipo de tanque foi criado a mais de quarenta anos atrás por Jim Walquer. E o passatempo que você desfruta hoje pode ser creditado a este genial aeromodelista .
A asa “Winglet .40” foi o modelo no qual experimentei esta maravilha de tanque não pressurizado . Usei um semelhante ao de Jim Walquer. Embora muito mais sofisticado ,no tocante ao sistema linha de combustível. Estava totalmente convencido da eficiência.

O início desta experiência acontece quando pegamos um balão de aniversário pequeno (nove polegadas e um pequeno tubo de silicone ou neoprene de dez polegadas) e com paredes bem grossas. Mais ou menos como aqueles em que pode-se colocar coisas no interior, para ser arrebentado com pancadas.
Este tanque de combustível é muito fácil de fazer e é simples para instalar em muitos modelos. Podemos usar para começar, separando um reparo de tanque comum de R/C. Isso estará dentro do diâmetro da boca de tanque e de acordo com a boca do balão que também é redondo e liso. No entanto você deve saber que não é um tanque convencional com um respiro para entrada de ar, visto que o balão encolhe e fornece a capacidade de alimentação do motor. Portanto qualquer furo no reparo além de um único deve ser fechado.
Lixe qualquer aresta ou felpa para não danificar o balão no interior da área onde vai o tanque. Esta área poderia ser protegida com uma muito fina camada de espuma do tipo que se usa para proteger o receptor de rádio.
Deslize uma polegada de pedaço de linha de combustível normal de neoprene para o interior do balão. E posicione isto de forma que contatará o pescoço do balão ,quando o balão for amarrado sobre a tubulação. Outro pedaço de neoprene fará um selo bom entre o balão e a tubulação. Inserindo então a tubulação de forma que a boca do balão ultrapasse para a frente do reparo. Amarre o tubo de neoprene fortemente por sobre a boca do balão na área do reparo a seguir então vire o que sobra da boca do balão por sobre si mesma ,tapando a amarração .Certifique-se com a amarração de mais umas seis voltas de fio dental sobre a base de reparo por fora da ultima virada da boca do balão. Agora então você cortará o tubo de neoprene que traz o combustível do interior do tanque até o carburador na medida adequada à distancia entre o tanque e o nipel de combustível do carburador.
Use um bulbo de aperto para encher o balão tanque. Se temos uma bomba elétrica de abastecimento fica muito mais fácil para a operação de abastecimento, porque quando manualmente teremos de ter uma bomba de sucção para extrair o ar do interior do balão.Com a bomba elétrica bastará reverter a direção de abastecimento para retirar o ar em sua maior parte. Toda operação de abastecimento deve ser feita com o nariz do modelo baixo. Não encha demais o tanque ,um leve espirro de combustível sairá do tanque mas isto não é indicação de qualquer problema de tanque.
Seja qual for a técnica que usar para encher o tanque, é importante que a área onde está alojado contenha um furo de respiro para o arejamento da área, permitindo a compressão do balão. Conecte a linha de combustível à agulha válvula, e de partida no motor com a máquina para cima. Penso que você achará que este tipo de tanque simples. A agulha será usada um pouco mais fechada.
É interessante lembrar que pode-se usar este sistema para colocar o tanque no interior de uma asa em cada lado da fuselagem. Tanto em asa alta quanto em asa baixa. Assim a conexão entre os dois tanques se fará com o uso de uma bifurcação metálica em um ponto estrategicamente recomendável. Isto porque temos de remover a asa para transporte. Trazendo a vantagem de aumentar a autonomia de nosso aeromodelo.

 

Transformador Eletrônico

Para conseguir uma redução de voltagem,de uma bateria de seis volts,voce pode construir o transformador acima. O 2N3055 deve ser metálico, para facilitar o contato com a base coletora e permitir um melhor resfriamento. O valor de cada diodo é 0,6V. No caso voce obterá 2,4V, pois as voltagens somam-se. Use um fio numero 20 para o cabo.

Teste o encandescimento da vela.Se ficar muito vermelha basta diminuir um diodo,se estiver fraca some mais um diodo aos quatro existentes. O led permanecerá aceso. Porém não causa consumo. Quando a vela estiver

conectada ao cabo,a luz do led se tornará quase imperceptível. O amperímetro é opcional, porque é uma peça de preço mais elevado.Todas as peças componentes são encontradas com facilidade em qualquer casa de material eletrônico.O 2N3055 aquece bastante.

Cédulas de manobras FAI

Para modelos motorizados acrobáticos R/C(F3A)

Podemos ter uma base para treinamento de acrobacias.

A cédula é meio ultrapassada mas dá para treinar acrobacias e sua sequencia.